Friday, December 07, 2007
Casa do David em Coloane
As veias, as mãos, a música, o órgão electrónico
E tudo o mais é Mar e no que mais desagua a vida
Monday, November 26, 2007
Chinatown Blues
Candela par mètre carré, unité de luminance (symb. : cd/m2), équivalent à la luminance d'une source de 1 mètre carré de surface emissive dont l'intensité lumineuse est 1 candela.
in Nouveau Petite Larrouse, edição de 1971
Lanço o desafio a quem ler este blog (http://aformiganegra.blogspot.com/2007/11/desafio-da-frase.html)
in Nouveau Petite Larrouse, edição de 1971
Lanço o desafio a quem ler este blog (http://aformiganegra.blogspot.com/2007/11/desafio-da-frase.html)
Thursday, August 30, 2007
Tuesday, August 14, 2007
Friday, March 09, 2007
Porque ontem foi o dia Internacional da Mulher
A mulher é herdeira do nosso futuro, já que o carrega quando o entregamos a ela, sorriso num segredo. Das suas entranhas sai, rompendo o presente, o filho quem os tempos entregarão a nossa imortalidade, esbanjado pela nossa felicidade e sofrimento.
Ideias
Como pode uma pessoa reter todas as ideias dentro da sua cabeça? Eu penso que as diferente ideias vivem longe umas das outras. É preciso percorrer a auto-estrada, o caminho que as separa (e une). O que podemos nós fazer?
À medida que mais e mais vamos aprendendo, começamos a distanciar-mo-nos dos planetas das ideias, para vermos as relações entre eles (elas), as suas órbitas no Universo do conhecimento, as suas relações com or restantes planetas-ideias. E vemos do nosso olhar, cada vez mais distante, que rapidamente as teremos de as deixar para trás, para explorar noutros cantos do Universo: novas existências, novas relações. E se um dia quisermos voltar àquelas ideias, teremos de regressar àquele ponto de vista, àquela perspectiva dum Universo tão gigante e tão imenso.
À medida que mais e mais vamos aprendendo, começamos a distanciar-mo-nos dos planetas das ideias, para vermos as relações entre eles (elas), as suas órbitas no Universo do conhecimento, as suas relações com or restantes planetas-ideias. E vemos do nosso olhar, cada vez mais distante, que rapidamente as teremos de as deixar para trás, para explorar noutros cantos do Universo: novas existências, novas relações. E se um dia quisermos voltar àquelas ideias, teremos de regressar àquele ponto de vista, àquela perspectiva dum Universo tão gigante e tão imenso.
O risco da beleza
Há um traço na vida que posso riscar e me indica o caminho, a existência duma beleza aceitável, magnânime, humana, que finte todas as ideias e seja de todos os pontos de vista verdadeira, inoponível. A perfeição existe. A todo o momento se revela à mente aberta do ser humano, mínimo, mísero, ou fascinante, por poder ser parte da contemplação dessa beleza. Tudo pode ser feito sempre. O que é preciso é ser-se inteligente. A beleza existe.
Thursday, February 08, 2007
8 de Fevereiro
Diário de Bordo (recortes de uma viagem futura)
Já largámos a Costa há 256 dias. Sinto falta dessa terra. No eterno balançar, sinto que sou alguma parte do universo, somente. Perdi o meu egoísmo há muitas ondas atrás. Não sei bem aonde. E as folhas que escrevi, os planos para esta viagem, já o vento as levou também.
[...]
No meio do silêncio da Terra, oiço um grito, que parece feito de lava. Está prestes a sair, feito vulcão. As paredes desse grito estão cobertas de veias, que me desnudam a pele. Atrevo-me a espreitar para trás para ver donde vim. E já não me acho. O grito está contido dentro do próprio silêncio, que não é mais do que as suas paredes. No silêncio, então, sinto-me forrado. Tapado, aquecido, como meu fiel companheiro, o silêncio existe, para me proteger do frio que me oferece. Estarei no Limbo?
[...]
Na casota, no Jardim, vive um gato preto, por cima do telhado. O cão que habitara dentro da madeira, já há muito fugiu. Dizem que foi pela última vez visto, voando velozmente por entre as Amazónias, perdido na liberdade dos tempos, nos confins da existência. O tempo para ele transformou-se numa cassette sem fim, nem princípio. Deslimitou-se. Bravio.
[...]
Já largámos a Costa há 256 dias. Sinto falta dessa terra. No eterno balançar, sinto que sou alguma parte do universo, somente. Perdi o meu egoísmo há muitas ondas atrás. Não sei bem aonde. E as folhas que escrevi, os planos para esta viagem, já o vento as levou também.
[...]
No meio do silêncio da Terra, oiço um grito, que parece feito de lava. Está prestes a sair, feito vulcão. As paredes desse grito estão cobertas de veias, que me desnudam a pele. Atrevo-me a espreitar para trás para ver donde vim. E já não me acho. O grito está contido dentro do próprio silêncio, que não é mais do que as suas paredes. No silêncio, então, sinto-me forrado. Tapado, aquecido, como meu fiel companheiro, o silêncio existe, para me proteger do frio que me oferece. Estarei no Limbo?
[...]
Na casota, no Jardim, vive um gato preto, por cima do telhado. O cão que habitara dentro da madeira, já há muito fugiu. Dizem que foi pela última vez visto, voando velozmente por entre as Amazónias, perdido na liberdade dos tempos, nos confins da existência. O tempo para ele transformou-se numa cassette sem fim, nem princípio. Deslimitou-se. Bravio.
[...]
Sunday, February 04, 2007
Relato dum náufrago
Já faz muito tempo que não escrevo aqui nada. Considero isso tempo demais. Por isso, aqui fica um relato dos meus últimos tempos em Macau. A vida continua, obviamente. Tenho tido muito tempo para mim próprio e tenho aproveitado para estar mais perto dos livros e dos mundos de Direito (e não só) que tanto têm para ensinar. Tenho estado q.b. com os meus amigos e tenho tido tempo para sonhar um pouco, aqui e ali.
Amanhã começam as aulas. Também começa o campeonato de futebol da 3ª Divisão de Futebol de Macau. Tenho umas traduçõezitas feitas e tenho umas traduções por acabar já desde o Verão.
Tenho também para a semana 27 anos, por isso está na altura de começar a pensar em boas coisas para mim próprio. Porque um aniversário sempre nos aproxima mais da nossa eterna calma.
Agora, neste preciso momento tenho de meter a minha roupa a lavar e tenho de tomar um banho quente porque está um dia frio (para Macau).
Abraços e beijinhos para toda a gente do Zé
Amanhã começam as aulas. Também começa o campeonato de futebol da 3ª Divisão de Futebol de Macau. Tenho umas traduçõezitas feitas e tenho umas traduções por acabar já desde o Verão.
Tenho também para a semana 27 anos, por isso está na altura de começar a pensar em boas coisas para mim próprio. Porque um aniversário sempre nos aproxima mais da nossa eterna calma.
Agora, neste preciso momento tenho de meter a minha roupa a lavar e tenho de tomar um banho quente porque está um dia frio (para Macau).
Abraços e beijinhos para toda a gente do Zé
Monday, November 13, 2006
Futebol

Aqui está. Mais um torneio de futebol na Universidade de Direito, e a nossa equipa, com muita emoção à mistura, conseguiu sair vencedora. Parabéns a estes estudantes assíduos do Curso de Direito em Língua Portuguesa. Só não temos é fotografias do decurso dos jogos, mas fica para a imaginação de algum espectador captar da próxima vez.
Um abraço do Zé
Sunday, October 29, 2006
El Centinela
Entra la luz y me recuerdo; ahí está.
Empieza por decirme su nombre, que es (ya se entiende) el mío.
Vuelvo a la esclavitud que ha durado más de siete veces diez años.
Me impone su memoria.
Me impone las miserias de cada día, la condición humana.
Soy su viejo enfermero; me obliga a que le lave los pies.
Me acecha en los espejos, en la caoba, en los cristales de las tiendas.
Una u otra mujer lo han rechazado y debo compartir su congoja.
Me dicta ahora este poema, que no me gusta.
Me exige el nebuloso aprendizaje del terco anglosajón.
Me ha convertido al culto idolátrico de militares muertos, con los que acaso no podría cambiar una sola palabra.
En el último tramo de la escalero siento que está a mi lado.
Está en mis pasos, en mi voz.
Minuciosamente lo odio.
Advierto con fruición que casi no ve.
Estoy en una celda circular y el infinito muro se estrecha.
Ninguno de los dos engaña al otro, pero los dos mentimos.
Nos conocemos demasiado, inseparable hermano.
Bebes el agua de mi copa y devoras mi pan.
La puerta del suicida está abierta, pero los teólogos afirman que en la sombra ulterior del otro reino estaré yo, esperándome.
Jorge Luis Borges
Empieza por decirme su nombre, que es (ya se entiende) el mío.
Vuelvo a la esclavitud que ha durado más de siete veces diez años.
Me impone su memoria.
Me impone las miserias de cada día, la condición humana.
Soy su viejo enfermero; me obliga a que le lave los pies.
Me acecha en los espejos, en la caoba, en los cristales de las tiendas.
Una u otra mujer lo han rechazado y debo compartir su congoja.
Me dicta ahora este poema, que no me gusta.
Me exige el nebuloso aprendizaje del terco anglosajón.
Me ha convertido al culto idolátrico de militares muertos, con los que acaso no podría cambiar una sola palabra.
En el último tramo de la escalero siento que está a mi lado.
Está en mis pasos, en mi voz.
Minuciosamente lo odio.
Advierto con fruición que casi no ve.
Estoy en una celda circular y el infinito muro se estrecha.
Ninguno de los dos engaña al otro, pero los dos mentimos.
Nos conocemos demasiado, inseparable hermano.
Bebes el agua de mi copa y devoras mi pan.
La puerta del suicida está abierta, pero los teólogos afirman que en la sombra ulterior del otro reino estaré yo, esperándome.
Jorge Luis Borges
Friday, October 27, 2006
Caso prático

A - Eu grito por ti!
B - Eu espero por ti!
E no meio, quem vive, senão a dúvida?
A dúvida, além de separar tantas almas gémeas, faz chorar, faz sempre chorar. Mas também traz algo mais. E se no que falta do agora imaginarmos um tempo - quando? - em que os problemas não existiam, mas tão somente a existência das coisas, perene, eterna, as cores a espreguiçarem-se de manhã. As cores, além da escuridão, são a única constante que nos acompanham, e que cruzam o dia e a noite, uma após outra, dia após dia, noite após noite, até se soltarem total e completamente para fora de nós - para a batalha. O Sol gigante levanta o dia, com toda a sua força guerreia a noite para constatar no horizonte, mais uma vez, o milagre das cores. O calor das cores e o frio da escuridão.
Aqui em baixo, no resto do mero mundo, vivem as personagens que não conseguem ver além do dia-a-dia, das necessidades e deveres, dos quereres e dos não-teres. O Sol, o dia nasce com toda a sua batalha ancestral. Havendo ou não lágrima, tristeza, o dia tem de recorrer da noite, injutiçado ou não.
O mundo inteiro é a roda-viva que vê o mundo girar reflectido no Sol brilhante.
De noite, ou quando a noite se aproxima, o que melhor do que contemplar a lua, que de vez em quando descobre cores únicas, amarelos lindos que não encontram em palavras ou saudades sua semelhante.
Na cabana, ao fundo, mora a solidão sozinha, aquecida pela quietude da noite, que roubou do Sol distante, um azul impossivelmente tranquilo, ou era roxo quando o olhei de novo.
Na minha cabana, que agora vejo, no meio da mais triste e silenciosa montanha, que chorava pela manhã, via em sonhos concertos de Mozart abrirem-me não os olhos, mas as portas em volta, na mente, que os fechavam.
O fumo do cigarro que fumava deixava-me estupefacto com o silêncio tranquilo que no meio de tantos gritos eu procurava.
Deitava-me. Debruçava-me sobre aquela solidão recém-descoberta que me trazia acelerada todas as verdades do mundo, num constante vai-vem de este mundo a outra solidão, que numa cascata longínqua no Rio das Amazónias, na Floresta das Amazónias, no Pântano dos Amazónias, me esperava.
O meu grito calava o mundo e aí conseguia de novo ouvir o fluir da cascata - no fundo de tantas brincadeiras, era o que aliás existia, enfim existia, a tudo resistia, num choro claro que ameaçava a toda a hora tornar-se no meio da pedra um esconderijo donde não houvesse mais saída.
Djavan, Caetano, Chico cantavam a esta pedra, como a uma cor líquida que desse vida aos olhos, tão cansados de tanta cegueira.
Noutro lado, o longínquo medo não sabia onde mais se esconder de tanta dúvida. Não conseguia negar mais a existência daquela prova que jamais permitiria ao seu receio enfrentar com os seus olhos o novo mundo que nascia duma música há tanto tempo atrás cantada.
Esta música, inventada primeiramente numa gruta vazia senão por uma menina humana, seus longos cabelos descaindo sobre a solidão em flor dos seus ombros, esta música tinha não só atravessado anos-luz de distância mas também anos-luz de solidão para de novo chegar a ela, subitamente desperta dentro de si mesma, surpresa por ver quão rápido a sua luz não só queria, mas ia fazendo, transportava-se sem mentira, atravessava a ponte que não existia senão dum coração ao outro, no mais completo silêncio mas na mais brusca revelação.
A luz cruzando para o outro lado, assustada pelo mundo novo, lutava contra os rochedos de solidão que lhe caíam perigosamente em cima, descuidados de terem existido.
A luz, entretanto, crescia, naquele dissipar interno e externo de dúvidas, numa clareza externa de ideias que rompia duma vez por todas com a culpa - origem de todos os problemas entre os seres humanos - e que se concentrava cada vez mais numa solidão que, não sendo única, se juntava à outra para romper também com o mundo que delas se distanciava. Como se catapultassem para uma nova dimensão, entre o céu e a terra, no espaço solto imenso, entre o sonho acordado, nítido, sensorial, íntimo e pleno de significado, e a realidade, alerta, brusca, nunca suficiente, nunca perceptível ou possível sem esta dimensão, que acabava por afectar a vida como a lua afecta as marés, e como o barco, sólido de madeira castanha, caminha pelo ruminar das ondas num baloiçar estonteante.
Friday, October 13, 2006
Thursday, August 17, 2006
E esta hein?
Devia...
A mulher Gorda Cântico Popular Português Com a participação fotográfica do Jardim Lou Lim Ieoc para background do karaoke

“Mulher Gorda”
A mulher gorda para mim não me convém
Eu não quero andar na rua
Com as banhas de ninguém
*Refrão*
Ai, Ai, Ai, Ai, eu gosto dessa mulher
Quero tê-la ao pé de mim
Beijá-la quando quiser
Ai, Ai, Ai, Ai, eu gosto dessa mulher
Quero tê-la ao pé de mim
Beijá-la quando quiser
A mulher magra para mim não me convém
Eu não quero andar na rua
Com o esqueleto de ninguém
* Repetir Refrão *
A mulher alta para mim não me convém
Eu não quero andar na rua
Com o escadote de ninguém
* Repetir Refrão *
A mulher baixa para mim não me convém
Eu não quero andar na rua
Com as muletas de ninguém
* Repetir Refrão *
A mulher doutora para mim não me convém
Eu não quero andar na rua
Com os volumes de ninguém
* Repetir Refrão *
A mulher do Mickey para mim não me convém
Eu não quero andar na rua
Com a rata de ninguém
* Repetir Refrão *
A mulher bonita para mim já me convém
Eu só quero andar na rua
Com a beleza de alguém
* Repetir Refrão *

Refrão
Carneiro
Carneiro é um signo do Zodíaco
E também é o nome duma pessoa
QUe tem uma cara parecida
Com uma Fotografia
Do Salman Rushdie
Quando era pequeno
Vinha na Capa de Trás
De um dos seus livros
Se não me engano, era de uma versão portuguesa de Vergonha, ou seria de Harun e O Mar de Histórias
Vou tentar achar, ver se há liberdade de expressão e de procura aqui nesta net

Acho que achei, acho que é esta mesmo, só não me lembro é porque é que ele me parecia mais com o Carneiro aqui nesta foto antes. Vou tentar continuar a explorar.
Para já, aqui vai o post.
Talvez por causa da maneira de olhar para a câmara, como se estivesse ocupado a fazer algo (talvez viver) e olhar para a câmara e ter de pensar: "agora vou ter de sorrir? Não me parece. O mundo não é aquela coisa tão fácil de sorrir. Acho que há muitas coisas que se passam por aí e não estão bem. Não é altura para me estar aí a rir à parva. Não acreditam? Leiam um livro meu, Amigos."
E também é o nome duma pessoa
QUe tem uma cara parecida
Com uma Fotografia
Do Salman Rushdie
Quando era pequeno
Vinha na Capa de Trás
De um dos seus livros
Se não me engano, era de uma versão portuguesa de Vergonha, ou seria de Harun e O Mar de Histórias
Vou tentar achar, ver se há liberdade de expressão e de procura aqui nesta net

Acho que achei, acho que é esta mesmo, só não me lembro é porque é que ele me parecia mais com o Carneiro aqui nesta foto antes. Vou tentar continuar a explorar.
Para já, aqui vai o post.
Talvez por causa da maneira de olhar para a câmara, como se estivesse ocupado a fazer algo (talvez viver) e olhar para a câmara e ter de pensar: "agora vou ter de sorrir? Não me parece. O mundo não é aquela coisa tão fácil de sorrir. Acho que há muitas coisas que se passam por aí e não estão bem. Não é altura para me estar aí a rir à parva. Não acreditam? Leiam um livro meu, Amigos."
USA
Um dia sonhei que ia aos Estados Unidos
Ia com os meus amigos
E com quem amava
E nem sei como lá cheguei
Senão pela bondade dos meus amigos
Apeteceu-me chorar durante um momento
Porque nesse momento apercebi-me
Que Estava a Sonhar
E que os Sonhos São a Coisa Mais Linda Do mUndo
E por Essa Beleza
Vale a pena lutar
Amar
é a Coisa Mais Linda Que eXiste
Como é possível explicar isso?
Ia com os meus amigos
E com quem amava
E nem sei como lá cheguei
Senão pela bondade dos meus amigos
Apeteceu-me chorar durante um momento
Porque nesse momento apercebi-me
Que Estava a Sonhar
E que os Sonhos São a Coisa Mais Linda Do mUndo
E por Essa Beleza
Vale a pena lutar
Amar
é a Coisa Mais Linda Que eXiste
Como é possível explicar isso?
To those I Love Before this moment has passed
Era uma vez uma história
Que se escrevia noutra história
Como se fosse a mesma
Gostava de dedicar este post a toda a gente que eu amo, do mundo: isso inclui muita gente do mundo: a minha família, a minha família, os meus amigos, os meus momentos, aqueles em que se está bem, ver um novo filme do kusturica, ler um novo livro do Salman Rushdie, ser surpreendido pelo Chico Buarque, não saber tocar piano, não saber não ser, hmmm :) E um sorriso grande para todos aqueles que me suportam na minha vida inteira, sem saber que são a minha base, e a minha base para a vida.
Que se escrevia noutra história
Como se fosse a mesma
Gostava de dedicar este post a toda a gente que eu amo, do mundo: isso inclui muita gente do mundo: a minha família, a minha família, os meus amigos, os meus momentos, aqueles em que se está bem, ver um novo filme do kusturica, ler um novo livro do Salman Rushdie, ser surpreendido pelo Chico Buarque, não saber tocar piano, não saber não ser, hmmm :) E um sorriso grande para todos aqueles que me suportam na minha vida inteira, sem saber que são a minha base, e a minha base para a vida.
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